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Como os números forjaram a Humanidade


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Com a chegada do ano de 2022, completamos o décimo aniversário do fim do mundo, segundo os Maias. Como se pode ver, a nobre civilização centro-americana errou seus prognósticos apocalípticos ou – como querem alguns – apenas parou de marcar a passagem do tempo. Por falta de pedra, de paciência ou, ironicamente, de tempo.

Mas sejam Maias ou Sumérios, Chineses ou Árabes, a relação da vida dos homens com os números é visceral. A humanidade tem uma longa história com os números e seus significados. Desde as civilizações antigas até os dias de hoje, os algarismos vêm assumindo diferentes papéis, que vão desde a organização do tempo em calendários até o protagonismo em jogos populares, tanto nas versões tradicionais quanto online. É o caso da famosa roda da roleta ou os conhecidos diagramas do sudoku.

Goste ou não dos números – muita gente sofreu nas aulas de matemática – eles estão por todos os lados. E não irão embora tão cedo. Para além das contas no fim do mês, descubra alguns aspectos relevantes dos números que forjaram a humanidade.

Mudança de hábito
Um dia os homens, até então caçadores e coletores, descobriram que podiam plantar e, assim, eliminar a necessidade de se deslocar constantemente. Mas a agricultura só era possível com uma organização e controle dos ciclos da natureza – o verão, o inverno, a época de chuva e de colheita. Talvez tenha sido aí o início da contagem do tempo, usando… números.

Mudança de hábito 2
Com o crescimento da agricultura, logo vieram safras favoráveis, produtos de sobra e, consequentemente, o comércio surgiu. E para ajeitar a troca de produtos de valor diferente, quem foi procurado? Novamente, os números. Aqui já com a ajuda da álgebra básica, multiplicando, somando, subtraindo e dividindo.

Encontro marcado
Os números também permitiram a organização da vida social. O ciclo solar foi dividido em doze, um número recorrente nas civilizações antigas. E cada fração foi subdividida em dias, e estas em horas, minutos e segundos. Agora era possível saber com antecedência quando um determinado evento aconteceria. Até mesmo o fim do mundo, para os Maias.

Sorte e azar
Com a popularização dos números, surgiram crendices e misticismos associados a alguns deles. O treze tem má fama em vários lugares do mundo. O sete pode ser bandido ou mocinho, dependendo do interlocutor. Há até mesmo um estudo dos números para previsões e/ou adivinhações – é a numerologia que, contudo, carece de validação científica. Se você busca a felicidade, há outras formas de conseguir, sem precisar de uma calculadora.

Ordem no caos
Os números também servem para permitir a organização e classificação de elementos. Até o século XVII, em alguns países da Europa Central, as casas não tinham números. Elas eram reconhecidas por uma imagem em sua fachada, associada ao seu morador – a “casa dos dois violinos” indicava o lar de uma família de músicos. A “casa dos três avestruzes” indicava o ateliê de um chapeleiro (que enfeitava seus chapéus com plumas do pássaro), e assim por diante. Funcionava na Idade Média mas, com o crescimento da população, Maria Teresa da Áustria instituiu o sistema de números. E tudo ficou mais fácil.

De Galileu e Elon Musk
A exploração espacial não teria existido sem os números. Seria impossível compreender o movimento dos astros, e suas relações, sem usar números evidentemente astronômicos. Galileu sabia disso quando avistou os anéis de Saturno pela primeira vez, e Elon Musk sabia disso quando mandou um carro para o espaço. Já os adeptos do terraplanismo podem ter suas dúvidas.

Bits e bytes
Talvez o lugar onde os números estão mais presentes – e menos notados – seja a informática. Afinal, tudo que se faz com um computador ou smartphone se apoia em um sistema binário de processamento de dados. Ou seja, cada letra digitada, cada foto postada, cada meme compartilhado… todos eles são formados por enormes sequências dos números zero e um.  Se você não consegue imaginar a vida sem seu celular, agradeça aos números. Se apenas dois já fazem tudo isso, imagine se usarmos todos que estão disponíveis…

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