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Com hipotermia grave, bebê enterrada viva é transferida para UTI em Cuiabá

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A menina indígena recém-nascida, resgatada nesta terça-feira (5) após ser enterrada viva pela bisavó na cidade de Caranana (879 quilômetros de Cuiabá), será transferida para a UTI Neonatal da Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá ainda nesta quarta-feira (6). A menina foi diagnosticada com hipotermia grave e distúrbio de coagulação.

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De acordo com a Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá a menina deve chegar à capital por volta das 20h de hoje (6). Ela será tratada na UTI Neonatal da unidade. O Hospital Regional de Água Boa, onde a criança era tratada, confirmou que a menina está com hipotermia grave e distúrbio de coagulação. A criança deve ser trazida por meio de táxi-aéreo, equipado com uma UTI.

O caso

Uma criança indígena recém-nascida foi enterrada viva, na última terça-feira (05), e resgata por equipes das polícias Civil e Militar. O fato foi registrado na cidade de Caranana (879 quilômetros de Cuiabá).

A Polícia Civil descobriu que a bisavó da criança foi quem cortou o cordão umbilical e a enterrou. Segundo a família, todos acreditaram que ela estava morta.

Conduzidas à delegacia para esclarecimentos, a mãe da criança (adolescente de 15 anos) e a avó do bebê contaram que a jovem sentiu fortes dores (contrações) e foi ao banheiro sozinha, momento em que deu a luz a menina. Ao nascer, a criança teria batido a cabeça no vaso sanitário, ocasionando sangramento.

Depois, a bisavó da criança cortou o cordão umbilical do bebê e também foi a responsável por enterrar a recém-nascida, conforme as investigações. Kutz Amin, de 57 anos alegou que a criança não chorou e por isso acreditou que estivesse morta e segundo costume de sua comunidade enterrou o corpo no quintal, sem acionar os órgãos oficiais. A mulher deve responder por tentativa de homicídio.

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