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Cerca de 48 famílias continuam em aluguel social em Cruzeiro do Sul após enchente histórica


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Oito meses após a enchente histórica que atingiu a cidade de Cruzeiro do Sul, no interior do Acre, e desabrigou cerca de 250 pessoas, ao menos 48 famílias continuam vivendo no aluguel social, custeado pela prefeitura.

A informação foi confirmada ao g1 pela coordenadora do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), Vanda de Oliveira. Segundo ela, atualmente, são 56 famílias que estão em aluguel social na cidade, sendo que a maioria ainda é por conta da cheia.

Mesmo após a vazante, em abril deste ano, a alagação trouxe sérios prejuízos, como a erosão de vários pontos da cidade, fazendo com que dezenas de famílias perdessem tudo o que tinham.

Com os aluguéis dessas famílias, a prefeitura gasta em média cerca de R$ 22,4 mil por mês. Segundo a coordenadora, além desse suporte, também são feitas ações com entregas de sacolões de alimentos e produtos de limpeza.

“Muitos perderam realmente suas casas por conta enchente, não tiveram condições de recuperar e, até então, o município ainda não conseguiu um outro local, ou fazer a construção de casas. Além dessas famílias, também temos famílias que foram atingidas por desabamento após temporais aqui na região que estão em aluguel social, além de pessoas que tiveram casas incendiadas e ficaram sem ter onde morar”, disse a coordenadora.

Enchente histórica

O Rio Juruá passou quatro meses acima da cota de alerta, que é de 11,80 metros e registrou uma cheia histórica em fevereiro deste ano, quando chegou a atingir 33 mil pessoas de diversas localidades do município.

Na época, o prefeito da cidade, Zequinha Lima, decretou situação “anormal”, que é de emergência nível dois, nas áreas atingidas pela cheia do rio e igarapés da região.

No total, 250 pessoas chegaram a ser removidas de suas casas e levadas para abrigos, 3.952 foram para casas de familiares. Pelos menos 20 bairros e comunidades chegaram a ser atingidos.

Em meio à enchente histórica, mais de 100 famílias chegaram a ficar em aluguel social, segundo informou a coordenadora do Cras, além das centenas de pessoas desabrigadas e desalojadas.

G1.globo.com

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