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Botelho diz que dívidas vão ficar para próxima gestão independente de revogação de decreto


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O presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Eduardo Botelho (DEM), afirmou que as dívidas do atual governo vão ser herdadas pela próxima gestão, que inicia em janeiro de 2019, independente do decreto publicado por Pedro Taques (PSDB) permitindo o pagamento parcelado em onze vezes, ser revogado ou não.

De acordo com Botelho, a revogação do decreto do Executivo que pode acontecer em sessão extraordinária desta quarta-feira (12) não irá mudar em nada o fato de as dívidas serem herdadas pela próxima gestão, por conta de o Estado não ter recursos suficiente para quitar todos os débitos.

“Isso não tem nem que discutir. Se deixar o decreto ou não deixar a conta vai ficar do mesmo jeito. O Estado hoje não tem dinheiro para quitar todos os débitos até o fim do ano. Isso é fato e não adianta tampar o sol com a peneira. O próprio secretário me disse isso aqui na Assembleia que não tem dinheiro para pagar todos os débitos do Estado até o final do ano. Então a conta vai ficar de uma forma ou de outra”. Disse o deputado.

As declarações de Botelho vieram após a sessão da manhã desta terça-feira (11), onde a oposição insistiu que a votação para a revogação do decreto aconteça ainda nesta semana, para garantir que Taques pague suas dívidas ainda dentro de seu mandato.

A deputada Janaina Riva (MDB), líder da oposição conseguiu levantar 13 assinaturas e teve um requerimento para que uma sessão extraordinária ocorra na quarta-feira (12) para a votação definitiva do decreto legislativo que suspende o parcelamento da dívida do governo em até onze vezes.

A decisão de uma nova sessão para a votação veio depois do presidente da comissão e relator do processo, Max Russi (PSB) pedir vista e 24 horas para entregar seu relatório.

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