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Agente de Defesa Ambiental é essencial para o desenvolvimento da fauna e flora de Rondônia

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A profissão de agente de Defesa Ambiental, comemorada dia 6 de fevereiro, é enquadrada como sustentável e considerada essencial para o desenvolvimento da Fauna e Flora. Em Rondônia, a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) possui cerca de 25 agentes do segmento, que averiguam denúncias de desmatamento, extração ilegal de minério, pesca indevida, além de realizarem fiscalizações de aves e estabelecimentos irregulares.

Os agentes são responsáveis por notificar as indevidas ações, preconizando o que diz o Decreto Federal nº 6.514, que dispõe sobre as infrações e sanções administrativas ao meio ambiente. Somente através da fiscalização ambiental é possível resguardar a natureza dos impactos causados pela ambição humana. No combate de diversos atos cruéis acometidos na Amazônia, os agentes de Defesa Ambiental são heróis e guardiões das belezas naturais do Estado.

Agente de Defesa ambiental também atua nas apreensões de pássaros em cativeiros irregulares

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Membro da Coordenadoria de Proteção Ambiental (Copam), Cléber Amaral, que está na Sedam desde 2016, atua como agente de Defesa Ambiental há um ano. Ele conta que os desafios diários do ofício rendem diversas peculiaridades. “Cada missão é diferente, mas todas elas são bem marcantes. Quando é desmatamento, por exemplo, nós chegamos em uma determinada propriedade que vemos a necessidade da pessoa, desmatando para ter alimento, e nós devemos fazer nosso papel, que é cobrar o que a legislação pede. Isso é um pouco pesado, mas a parte boa também é que acabamos conhecendo muitas regiões e belezas do Estado, principalmente quando as missões são de pesca. Conhecemos rios lindos de Rondônia, além das Unidades de Conservação”, explica.

Sobre a importância de sua profissão para a sociedade, o agente, que fiscaliza as belezas de Rondônia, afirma que a atividade é importante para o coletivo, porque através da fiscalização diminui-se os impactos causados na natureza, evitando a degradação e inibindo a destruição do meio Ambiente. “Ainda é possível valorizar as atividades sustentáveis, como a extração correta da madeira, o manejo de espécies como o pirarucu e o jacaré, além de possibilitar as atividades que, inicialmente, eram danosas, como atividades amigas do meio Ambiente”, detalha Cléber.

Fonte: Secom – Governo de Rondônia