Os primeiros cuidados incluem acalmar a pessoa, manter as vias aéreas livres, estancar sangramentos e pedir ajuda qualificada

Quando ocorre uma emergência fora de casa e a situação exige atendimento presencial imediato, definir, de forma rápida, qual o melhor pronto-socorro em São Paulo significa obter resposta imediata e segura a essas intercorrências. 

Desmaio, queda e mal súbito, como dor no peito, falta de ar, convulsão ou perda de consciência, exigem atendimento em uma unidade que pode ser facilmente acessada, que funcione com emergência 24 horas e que conte com equipe multidisciplinar apta a receber casos graves, além de estrutura de alta complexidade, como o São Luiz Itaim.

Primeiros socorros e socorro por equipe qualificada

Diante de quadros que incluem dor no peito, dificuldade repentina para falar ou movimentar um lado do corpo, desmaio prolongado, convulsão, sangramento que não cessa e quedas de altura, é importante saber quais cuidados devem ser tomados e quando acionar o serviço de emergência.

Saber como aplicar primeiros socorros, quando acionar o socorro e onde buscar ajuda é fundamental para preservar a vida da vítima. Na busca por atendimento presencial, destaca-se que o São Luiz Itaim ocupa a primeira posição como melhor pronto-socorro de São Paulo, de acordo com pesquisa Datafolha.

Os primeiros cuidados incluem acalmar a pessoa, manter as vias aéreas livres, estancar sangramentos e pedir ajuda qualificada. Caso haja risco à vida, é preciso acionar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) ou o Corpo de Bombeiros, em casos de incêndio, resgate ou acidentes com vítimas presas.

O SAMU integra a Política Nacional de Atenção às Urgências do Ministério da Saúde, atuando na busca da vítima após a ocorrência de um incidente, seja de natureza clínica, cirúrgica, traumática ou psiquiátrica.

Mal súbito pode estar relacionado a problemas cardíacos

Em casos de mal súbito, a agilidade é fundamental. Dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) revelam que as doenças cardiovasculares matam 400 mil brasileiros por ano, uma morte a cada 90 segundos, sendo que 80% desses casos seriam evitáveis.

Já a Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (Sobrac) estima que uma pessoa morre por morte súbita a cada dois minutos no Brasil, cerca de 300 mil por ano, e que 86% dos casos ocorrem fora do ambiente hospitalar, muitos em vias públicas e locais de grande circulação.

Diante de uma pessoa que passa mal em local público, o primeiro passo é avaliar seu nível de consciência. Para isso, as dicas incluem chamar a vítima, tocar em seus ombros e observar se ela responde. Se não responder, deve-se verificar se está respirando, observando o tórax por cerca de dez segundos.

Caso a vítima esteja inconsciente, mas respirando, é preciso colocá-la na posição lateral de segurança, deitada de lado, com a cabeça apoiada, o que mantém as vias aéreas livres. Além disso, é indicado afrouxar roupas apertadas e permanecer ao lado vigiando a respiração.

Se a vítima não respira ou respira de forma anormal, é preciso acionar o SAMU. Até que o socorro chegue, deve-se iniciar compressões torácicas, cerca de 100 a 120 por minuto, com as mãos entrelaçadas no centro do peito. 

As dicas incluem nunca oferecer água, comida ou remédio a uma pessoa inconsciente ou sonolenta; além de não sacudi-la e não deixá-la sozinha.

Especialistas afirmam que a cada minuto sem socorro, as chances de sobrevivência caem cerca de 10%. 

Quedas e acidentes também exigem atenção

Estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que cerca de 28% das pessoas idosas sofrem ao menos uma queda por ano no Brasil, o que corresponde a aproximadamente nove milhões de quedas anuais no país.

No caso de quedas, seja de idosos, crianças ou atletas, é importante não levantar a vítima de forma imediata. Movimentos bruscos podem agravar lesões na coluna ou fraturas ocultas. 

É preciso avaliar se a vítima está consciente, se sente dor ou formigamento, se consegue mover braços e pernas, se bateu a cabeça. Além disso, deve-se proteger a vítima do sol ou da chuva, acionar o socorro e aguardar orientação profissional.

Já em outros acidentes comuns em ambientes públicos, os primeiros cuidados seguem protocolos simples. Em hemorragias, é indicado fazer compressão direta sobre o ferimento com um pano limpo e manter a pressão até o socorro chegar. 

No caso de engasgo, se a pessoa não consegue respirar nem falar, é preciso aplicar a manobra de Heimlich, compressões firmes na região do estômago, por trás, com as mãos fechadas, até desobstruir as vias. 

Se o quadro é convulsão, a dica é deitar a vítima de lado, proteger a cabeça com algo macio e não segurar braços e pernas nem colocar objetos na boca. Já queimaduras requerem resfriamento com água corrente em temperatura ambiente por alguns minutos. 


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