'Enxergamos o próximo conflito como uma ameaça existencial. A terceira guerra em dois anos significa uma ameaça à nossa própria existência. Nossa estratégia é 'zero linhas vermelhas'', disse autoridade.
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'Enxergamos o próximo conflito como uma ameaça existencial. A terceira guerra em dois anos significa uma ameaça à nossa própria existência. Nossa estratégia é 'zero linhas vermelhas'', acrescentou.
A capacidade do Irã de realizar tais operações, incluindo qualquer ajuda não oficial que receba da China ou da Rússia, será um fator crucial em qualquer decisão americana de reiniciar a guerra.
A mídia iraniana noticiou que Rezaei declarou que 'em caso de guerra, cabos, centros de dados e instalações de inteligência artificial também poderiam ser alvos. Se o conflito recomeçar, teremos um plano mais abrangente'.
'Não pode haver acordo em que as linhas de vida da economia iraniana sejam atacadas enquanto a arquitetura econômica que permite esses ataques seja considerada intocada e imune'.
Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante comício no Texas. — Foto: MANDEL NGAN/AFP
Segundo relatos recentes da mídia americana, conselheiros militares dos EUA elaboraram uma lista detalhada de alvos para um novo ataque conjunto EUA-Israel contra o Irã, a ser implementado após as eleições de meio de mandato nos EUA, em 3 de novembro.
Os ministros das Relações Exteriores de três países europeus, além da Turquia, Arábia Saudita, Paquistão e Egito, se reunirão em Istambul na sexta-feira para estabelecer políticas conjuntas sobre as crises interligadas no Irã, Iêmen e Palestina. Há um temor crescente de que uma nova guerra seja agora a hipótese mais provável em Teerã e Washington.
Os serviços navais da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) afirmaram ter atacado simultaneamente quatro navios mercantes que tentavam navegar pelo Estreito de Ormuz na quarta-feira. Os navios estariam realizando transferências de petróleo entre embarcações.
Trump recuou sete vezes nos últimos quatro meses, desistindo de atacar o Irã. No entanto, o impasse nas negociações diplomáticas levou autoridades do governo americano a falar sobre uma possível nova campanha militar que teria como alvo instalações de mísseis, poços de petróleo e instalações nucleares.
EUA e Israel elaboram planos para atacar Irã após eleições de meio de mandato, afirma NYT
Ataque dos Estados Unidos contra o Irã. — Foto: Reprodução
Os militares dos Estados Unidos e de Israel estão desenvolvendo 'planos específicos' para retomar os ataques contra o Irã após as eleições de meio de mandato de 3 de novembro, segundo reportagem do New York Times, que cita autoridades americanas e outras fontes familiarizadas com o assunto.
De acordo com o jornal, os alvos prováveis dessa nova ofensiva incluem a infraestrutura energética iraniana, instalações nucleares e arsenais de mísseis e drones.
No entanto, o New York Times acrescenta que ainda não se sabe se o presidente dos EUA, Donald Trump, autorizará tais ataques.
Em meio a isso, a Guarda Revolucionária Iraniana anunciou ter atacado quatro navios que 'cometeram violações, utilizaram uma rota ilegal no Estreito de Ormuz e transferiram petróleo de uma embarcação para outra no Golfo Pérsico'.
Segundo o Irã, os navios estão agora em chamas. A Guarda Revolucionária também ameaçou os Estados Unidos.
'Os militares dos EUA devem entender que, se essa tendência continuar, o alcance do conflito se expandirá e atingirá as bases dos agressores na região'.

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