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Fique por dentro: Adeus ao documento físico: o que você precisa saber sobre a validade do RG antigo

Entenda até quando ele será aceito, como funciona a nova identidade e quais são os prazos para atualização no país.

Nova identidade já está disponível (Foto: @jcomp/freepik | Divulgação/TSE)

A atualização de documentos pessoais voltou ao debate com a chegada da Carteira de Identidade Nacional (CIN), que substitui o antigo RG e traz mudanças importantes, inclusive prazo de validade. A nova identidade já pode ser emitida gratuitamente em todo o país e deve se tornar o principal documento de identificação dos brasileiros nos próximos anos.

RG antigo ainda vale? Saiba o prazo

Quem ainda usa o RG tradicional não precisa se preocupar com urgência. O documento segue válido até 28 de fevereiro de 2032, quando passará a ser substituído oficialmente pela nova identidade, conforme Decreto nº 10.977/2022.

A recomendação, porém, é não deixar para a última hora, já que a tendência é de aumento na procura próximo ao fim do prazo.

O que muda com a nova Carteira de Identidade Nacional

A principal mudança é a unificação do número de identificação: o CPF passa a ser o número único do cidadão. Segundo informações divulgadas pela Gazeta do Povo, o diretor do Departamento de Identidade Digital, Hudson Vinicius Mesquita, explicou que o modelo antigo permitia múltiplos registros estaduais, o que facilitava fraudes.

Com a CIN, os dados passam a ser integrados nacionalmente, reduzindo inconsistências e aumentando a segurança. Além disso, o documento conta com:

  • QR Code para verificação de autenticidade
  • Biometria facial e digital
  • Zona de leitura automática (semelhante ao passaporte)
  • Versão digital disponível no aplicativo Gov.br

Novo RG tem validade? Veja por idade

Diferente do modelo antigo, a nova identidade possui prazo de validade, que varia conforme a idade:

  • 0 a 12 anos incompletos: validade de 5 anos
  • 12 a 60 anos incompletos: validade de 10 anos
  • Acima de 60 anos: validade indeterminada

Como tirar a nova identidade (CIN)

A primeira via da CIN é gratuita. Para emitir, o cidadão deve:

  1. Fazer agendamento no órgão emissor (como o Poupatempo, em São Paulo)
  2. Comparecer presencialmente para coleta biométrica
  3. Apresentar:
    • Certidão de nascimento ou casamento
    • CPF regularizado
    • Comprovante de residência

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O processo é rápido e o atendimento costuma durar cerca de 15 minutos, embora o prazo de entrega possa chegar a até 22 dias úteis.

Quem pode emitir a CIN

Podem solicitar o novo documento:

  • Brasileiros nascidos no país
  • Brasileiros nascidos no exterior (com registro)
  • Pessoas naturalizadas
  • Cidadãos com acordo de reciprocidade

Em todos os casos, o CPF é obrigatório.

Segurança e cuidados com dados pessoais

A centralização dos dados também levanta debates sobre segurança digital. Especialistas avaliam que o sistema é positivo, mas exige atenção constante com proteção de dados.

Ainda conforme a reportagem da Gazeta do Povo, o professor Isaías de Queiroz Ramos destaca que nenhum sistema é totalmente imune a riscos, e recomenda cuidados no uso e compartilhamento de documentos.

Entre as orientações estão:

  • Evitar compartilhar documentos sem necessidade
  • Inserir marca d’água ao enviar cópias
  • Não utilizar dados em sites desconhecidos
  • Registrar boletim de ocorrência em caso de uso indevido

Vale a pena trocar agora?

Embora não seja obrigatório no momento, especialistas recomendam antecipar a emissão da CIN para evitar filas futuras e já aproveitar os benefícios do novo sistema, como maior segurança e integração digital.

A nova identidade marca uma mudança importante na forma como os brasileiros se identificam e entender prazos e regras é essencial para evitar problemas no futuro.

tribunadejundiai.

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