Saiba como ajustar a dieta para prevenir e tratar a deficiência

A deficiência de ferro é uma das carências nutricionais mais comuns e pode afetar pessoas de diferentes idades, mas especialmente mulheres, crianças e idosos. O problema está diretamente ligado ao desenvolvimento da anemia ferropriva e costuma impactar a energia, disposição e capacidade de concentração. Segundo a nutricionista Cintya Bassi, coordenadora de Nutrição e Dietética do São Cristóvão Saúde, alguns sinais costumam servir de alerta: “Os mais comuns são cansaço excessivo, fraqueza, palidez, falta de ar aos esforços e queda de cabelo. Em alguns casos, pode ocorrer tontura e unhas fracas”.

De acordo com a especialista, a alimentação pode ser suficiente para corrigir quadros leves, mas nem sempre resolve sozinha. “Depende do grau da deficiência. Casos leves podem melhorar com alimentação adequada, mas deficiências maiores costumam exigir suplementação oral ou até intravenosa”, explica. Por isso, o diagnóstico correto e o acompanhamento com exames laboratoriais são fundamentais antes de qualquer estratégia.

Entre as melhores fontes de ferro estão alimentos de origem animal e vegetal. As opções animais, que contêm o chamado ferro heme, de melhor absorção, incluem carnes vermelhas, fígado, frango e peixe. Já entre os vegetais, destacam-se feijão, lentilha, grão-de-bico e folhas verdes escuras. Para quem segue dietas com menor consumo de proteína animal, a atenção à combinação dos alimentos se torna ainda mais importante.

A nutricionista ressalta que algumas associações no prato aumentam significativamente a absorção do mineral. “Consumir ferro junto com vitamina C ajuda muito. Exemplos práticos são feijão com suco de laranja, carne com limão ou salada com frutas cítricas”, orienta. Por outro lado, certos hábitos podem atrapalhar o aproveitamento do nutriente. “Tomar em excesso café, chás, leite e derivados próximo às refeições principais, como almoço e jantar, pode dificultar a absorção. Dietas muito restritivas também prejudicam, pois podem limitar a oferta”, afirma.

Como orientação prática para prevenção a longo prazo, Cintya Bassi recomenda a variedade e a regularidade. “Inclua fontes de ferro diariamente nas refeições, varie entre alimentos de origem animal e vegetal, e associe com vitamina C. Também importante o acompanhamento com exames regulares para identificar qualquer alteração precocemente.” Segundo a especialista, ajustes simples na rotina alimentar já podem fazer diferença significativa na manutenção dos níveis adequados do ferro no organismo.

 

Sobre o Grupo São Cristóvão Saúde

Administrado pela Associação de Beneficência e Filantropia São Cristóvão, o Grupo São Cristóvão Saúde possui 10 Unidades de Negócio, que englobam: Hospital e Maternidade, Plano de Saúde, Centros Ambulatoriais, Centro Cardiológico, Centro Laboratorial (CLAV), Centro Endogástrico (CEGAV), Centro de Atenção Integral à Saúde (CAIS I e II), Instituto de Ensino e Pesquisa (IEP Dona Cica) e Filantropia. Referência em saúde, na cidade de São Paulo, a Instituição completou 114 anos em dezembro de 2025. O Grupo promove uma grande modernização e expansão em sua estrutura física e tecnológica, investindo em equipamentos, certificações e profissionais qualificados. Atualmente, o complexo hospitalar conta com 330 leitos, além de oito Centros Ambulatoriais, que realizam milhares de consultas, proporcionando qualidade assistencial às mais de 150 mil vidas do Plano de Saúde e 28 mil vidas do Plano Odontológico.

O Grupo São Cristóvão Saúde tem como Presidente/ CEO o Engº Valdir Pereira Ventura, responsável pelas Unidades de Negócio e, desde 2007, atuando à frente das decisões Institucionais. 

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