Levantamento exclusivo do DB Diagnósticos revela que mais da metade dos testes para alguns tipos de ácaros apresentam resultado positivo; exames ajudam a identificar gatilhos e orientar tratamento
São Paulo, março de 2026 - Com a proximidade do outono e a queda gradual das temperaturas, cresce também a incidência de crises de alergia respiratória. Um levantamento exclusivo realizado pelo DB Diagnósticos mostra que alérgenos comuns do ambiente doméstico, especialmente ácaros e insetos, apresentam alguns dos maiores índices de positividade em exames laboratoriais voltados à investigação de alergias.
De acordo com os dados da empresa, testes para determinados tipos de ácaros apresentaram taxas de positividade superiores a 57%, o que significa que mais da metade das amostras analisadas indicaram sensibilização ao alérgeno. Outros testes para ácaros também registraram índices elevados, próximos de 56% e 46%, reforçando o papel desses microrganismos como um dos principais gatilhos de alergias respiratórias.
Os exames também apontam alta presença de reações a insetos domésticos, com positividade que pode ultrapassar 52% em algumas análises. Já alérgenos relacionados a pólens apresentam taxas menores, variando em torno de 15% a 27%, enquanto fungos registram índices ainda mais baixos, em geral entre 4% e 8%.
Segundo especialistas, esse padrão é esperado, especialmente em períodos mais secos do ano. Durante o outono, as pessoas tendem a permanecer mais tempo em ambientes fechados, o que aumenta a exposição a alérgenos presentes dentro de casa, como poeira, ácaros e resíduos de insetos.
“Ácaros são um dos principais desencadeadores de alergias respiratórias porque estão presentes em colchões, travesseiros, tapetes e estofados. Quando o paciente tem predisposição alérgica, a exposição contínua pode desencadear sintomas como espirros, congestão nasal, tosse e crises de asma”, explica a doutora Maria Gabriela de Lucca Oliveira, médica patologista clínica do DB Diagnósticos.
Entre os exames realizados pelo laboratório, os testes de IgE específica permitem identificar exatamente qual substância está provocando a reação alérgica. A partir dessa identificação, médicos podem orientar estratégias de controle ambiental e tratamentos mais direcionados.
“O exame ajuda a mapear o gatilho da alergia. Muitas vezes o paciente convive com sintomas respiratórios por anos sem saber exatamente qual alérgeno está envolvido. Quando identificamos o agente responsável, é possível adotar medidas mais eficazes para reduzir a exposição e melhorar a qualidade de vida”, afirma a médica.
Além de orientar o tratamento, os exames laboratoriais também ajudam a diferenciar alergias respiratórias e de outras condições com sintomas semelhantes, como infecções virais ou irritações respiratórias provocadas por mudanças climáticas.
Com a chegada do outono, período tradicionalmente associado ao aumento de quadros alérgicos, especialistas recomendam atenção a sintomas persistentes como espirros frequentes, coriza, coceira no nariz e dificuldade respiratória, especialmente quando há histórico familiar de alergias.
Sobre o DB Diagnósticos
O DB Diagnósticos tem capacidade para realizar 35 milhões de exames por mês e atende mais de 11 mil clientes em todo o Brasil por meio de suas unidades de análises clínicas descentralizadas, além de quatro unidades especializadas — Toxicologia, Biologia Molecular, Patologia e Genômica — e mais de 30 unidades regionais de apoio distribuídas pelo país. Com uma equipe de cerca de 3 mil colaboradores, a empresa oferece um portfólio com mais de 5 mil tipos de exames laboratoriais.
PRESS MANAGER


0 Comentários