SegMedic, rede de clínicas ambulatoriais no Rio de Janeiro, reforça a importância do acompanhamento multidisciplinar para pacientes e familiares
Rio de Janeiro, 2026 - Com mais de 1,2 milhão de pessoas afetadas no Brasil, o Alzheimer exige atenção cada vez maior da sociedade e do sistema de saúde. A SegMedic, rede de clínicas ambulatoriais do Rio de Janeiro, reforça que a detecção antecipada é fundamental para garantir maior qualidade de vida ao paciente e para oferecer suporte adequado às famílias.
Doença neurodegenerativa progressiva, o Alzheimer compromete principalmente a memória e outras funções cognitivas, impactando milhões de pessoas em todo o mundo. “O diagnóstico precoce permite que pacientes e familiares se preparem, iniciem tratamentos que podem retardar a progressão da doença e adotem estratégias para preservar a autonomia por mais tempo. Muitas vezes os primeiros sinais são sutis, esquecimentos frequentes, dificuldades em atividades do dia a dia e mudanças de comportamento, e o olhar atento da família é essencial para buscar ajuda médica especializada”, afirma a Dra. Paula Carolina Fernandes, médica neurologista e parceira da Segmedic
Após o diagnóstico, os desafios se intensificam. O impacto emocional é grande para todos: pacientes enfrentam frustração diante das limitações cognitivas, enquanto familiares lidam com o sentimento de impotência e com a preocupação constante em garantir a segurança e o bem-estar do ente querido. Além disso, o Alzheimer exige mudanças na rotina, acompanhamento contínuo e, muitas vezes, ajustes na vida profissional e social da família. Trata-se de um desafio diário que exige paciência, compreensão e equilíbrio, especialmente diante das alterações de comportamento características da doença.
O suporte multidisciplinar se mostra essencial para reduzir esses impactos. Neurologistas acompanham a evolução da doença e prescrevem medicamentos quando indicados; psiquiatras e psicólogos atuam no cuidado da saúde mental de pacientes e familiares; terapeutas ocupacionais ajudam a manter a independência funcional; fonoaudiólogos trabalham comunicação e deglutição; e nutricionistas orientam dietas adequadas. Esse acompanhamento integrado contribui significativamente para retardar o declínio funcional e preservar a autonomia por mais tempo.
Além do suporte médico, a família deve ser orientada a lidar com as mudanças cognitivas e comportamentais do paciente. Isso inclui educação sobre a doença, estratégias de comunicação e ajustes no ambiente doméstico. Criar rotinas estruturadas, usar lembretes visuais, manter o paciente engajado em atividades cognitivas e físicas e ter paciência diante de repetições e esquecimentos são medidas fundamentais. Também é importante que os familiares cuidem da própria saúde mental, recorrendo a apoio psicológico e a grupos de suporte, que oferecem espaço para compartilhar experiências e reduzir o estresse.
Apesar dos avanços, o Brasil ainda enfrenta obstáculos. Muitas famílias não têm acesso a médicos especializados, centros de referência ou terapias multidisciplinares. A falta de informação sobre os sinais iniciais também atrasa o diagnóstico e, consequentemente, o início do tratamento. Investimentos em capacitação profissional, ampliação da rede de cuidados e campanhas educativas são urgentes para reduzir desigualdades e garantir mais dignidade aos pacientes.
Sobre a SegMedic
A SegMedic é uma rede de clínicas ambulatoriais referência em assistência à saúde no estado do Rio de Janeiro, oferecendo mais de 25 especialidades médicas e mais de 3.000 tipos de exames laboratoriais e complementares. Conta com uma equipe médica altamente qualificada e uma infraestrutura moderna, segura e acolhedora. A empresa tem como missão cuidar das pessoas, proporcionando um serviço de saúde de qualidade a um valor acessível. O acesso à saúde é mais do que uma demanda: é uma necessidade essencial. O compromisso da SegMedic é garantir atendimento humanizado, eficiente e acessível para toda a população.
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