Mato Grosso passa a contar com um Programa Estadual de Prevenção à Endometriose com a promulgação da Lei nº 13.065/2025, iniciativa aprovada pela Assembleia Legislativa e oficializada pelo presidente da Casa, deputado Max Russi (PSB). A norma, em vigor desde outubro, cria uma politica permanente voltada ao diagnóstico, tratamento e conscientização sobre a doença, que afeta milhões de mulheres no país.

 

O programa determina que a rede pública de saúde ofereça avaliações médicas periódicas, exames clínicos e laboratoriais por meio do SUS, além de campanhas contínuas de orientação sobre sintomas e riscos da endometriose. A legislação também obriga o governo estadual a estruturar unidades especializadas para atendimento, diagnóstico e acompanhamento das pacientes.

 

Segundo o parlamentar, a medida representa um passo importante para suprir uma demanda histórica na saúde financeira

 

“Com essa lei, o governo será obrigado a criar unidades de saúde especializadas para o diagnóstico e o tratamento da endometriose. Estamos garantindo a estrutura necessária para que as mulheres tenham um atendimento digno, humanizado e contínuo”, afirmou o parlamentar.

 

A nova legislação prevê que todas as ações sejam financiadas com recursos já previstos no orçamento do Estado.

 

O objetivo é reduzir o número de casos subdiagnosticados e ampliar o acesso a tratamento adequado, já que a doença costuma ser identificada tardiamente e impacta diretamente a qualidade de vida das pacientes.

 

Max Russi reforçou que a iniciativa atende a uma parcela da população que frequentemente enfrenta demora no atendimento ou falta de informação.

 

“Estamos falando de uma doença que compromete a saúde física, emocional e a qualidade de vida das mulheres. Criar um programa estadual permanente significa garantir acolhimento, cuidado e políticas sólidas para quem mais precisa”, destacou.

 

Com a nova lei, Mato Grosso passa a integrar o grupo de estados brasileiros que adotam políticas permanentes de combate e prevenção à endometriose, tema que ganha cada vez mais relevância no debate sobre saúde pública.

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