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País abre mais 1 milhão e 300 mil postos de trabalho e taxa de desemprego em Rondônia cai em 35 por cento


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Nem tudo são apenas más notícias, aquelas que parte significativa da grande mídia empurra goela abaixo do brasileiro, travestindo-as de informações jornalísticas, para impor inverdades ou meia-verdades. Recém saída da terrível pandemia, a economia começa a dar sinais de recuperação. Lenta, gradual, mas aparentemente firme. Um dos mais importantes sintomas é a recuperação do emprego. Há poucos anos, o Brasil tinha 14 milhões de desempregados. Depois da violenta pandemia, esse número caiu significativamente. O total de desempregados, comparando-se com 2015, está menor em 4 milhões de pessoas. Hoje temos cerca de 10 milhões sem trabalho. E agora, segundo o Caged (Cadastro Nacional de Emprego e Desemprego), neste ano, os números estão bastante positivos, embora, é claro, longe ainda de representar um salto significativo, para dar postos de trabalho a tantos milhões de brasileiros que os perderam ou nunca os conseguiram. Só no primeiro semestre deste ano, os números apontam para a criação de 1 milhão e 300 vagas a mais de admitidos do que demitidos, em todo o país. Segundo o ministro do Trabalho e Emprego, José Carlos Oliveira, a meta é que cheguemos em 31 de dezembro com pelo menos 1 milhão e meio a menos de desempregados, em relação ao início do ano, quando tínhamos ainda perto de 11 milhões e meio de pessoas nesta condição. Caso isso seja conquistado, o Brasil terá, no final deste ano, acima de 4 milhões a menos de desempregados em relação há sete anos e 3 milhões a menos, desde quando o presidente Bolsonaro assumiu o governo, em 2019.

          E em Rondônia? Por aqui, as notícias, neste contexto, também são boas. Números do IBGE mostram que, no nosso Estado, o índice de desemprego é o menor da região norte. Menos de 7 por cento. Só no primeiro trimestre deste 2022, o número de rondonienses sem trabalho caiu em nada menos que 35 por cento, um percentual altamente positivo, quando recém a economia volta a melhorar, depois de mais de dois anos de uma pandemia que causou graves danos em todos os setores. Tínhamos, antes da pesquisa, 96 mil desempregados e este número, em pouco mais de 90 dias, de janeiro a março, caiu para 62 mil. E continua caindo.  Somos hoje o quinto Estado brasileiro com menor número de pessoas sem ocupação. Neste contexto, é importante destacar uma importante ação do governo rondoniense. Trata-se do Programa Geração Emprego, que vem ajudando na busca por oportunidades de trabalho, encurtando as distâncias entre empregadores e trabalhadores, mas, além disso, oferecendo também qualificação, para melhorar a absorção da mão de obra. O programa Geração Emprego alavancou as taxas de empregabilidade dentro do Estado. Por isso, conforme números do Caged, nos últimos seis meses, foram gerados 13.526 empregos, contra 11.025 desligamentos, o que representou 2.501 postos de trabalho como saldo positivo. Para o restante do ano, a expectativa continua sendo otimista. Rondônia tende a gerar ainda mais empregos, por seu crescimento diferenciado, bem acima dos índices nacionais.

Fonte: Opiniao de primeira

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