Publicada em 12/05/2018 às 20:59

Operação apreende 200 quilos de pirarucu e mais de 50 kg de carne de jacaré em mercado no interior do Acre

Ação apreendeu ainda mais de 50 quilos de carne de jacaré pronta. Operação entre Batalhão Ambiental da PM-AC e Ibama ocorreu nos últimos 20 dias no interior do estado.

Foram apreendidos 200 quilos de pirarucu ilegal em mercado municipal de Tarauacá (Foto: Divulgação/Batalhão Ambiental)Uma operação do Batalhão Ambiental da Polícia Militar do Acre e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama) apreendeu 200 quilos de pirarucu no mercado municipal de Tarauacá. A apreensão ocorreu nesta sexta-feira (11).

A ação, de fiscalização da fauna e flora, foi deflagrada há 20 dias nos rios Juruá e Indú, até o município Guajará, no Amazonas. A equipe fez abordagens a embarcações nos rios Tarauacá, na cidade de mesmo nome, e Envira, em Feijó e rio Juruá.

Além da carne de pirarucu, foram apreendidos mais de 50 quilos de carne de jacaré, já pronta para comercialização, um macaco e dois porquinhos do mato. O comandante do batalhão ambiental, coronel Antônio Teles, informou que o material apreendido foi levado para a polícia civil das cidades.

“Essa operação já vinha sendo desenvolvida há 20 dias e tinha objetivo de fiscalizar o transporte ilegal, tráfico de animais silvestres e pescado, nos rios Juruá, Envira e Tarauacá. Abordamos embarcações nos rios, porque são elas que trazem esses pescados para abastecer os mercados nos municípios”, informou Teles.

 

Polícia apreendeu ainda mais de 50 kg de carne de jacaré (Foto: Divulgação/Batalhão Ambiental)

O macaco apreendido vivo foi levado para Centro de Controle de Animais Silvestres, no Parque Chico Mendes, em Rio Branco. Já a carne de pirarucu e jacaré deve passar por análise da vigilância sanitária.

Polícia apreendeu ainda mais de 50 kg de carne de jacaré (Foto: Divulgação/Batalhão Ambiental)
 

“A carne é entregue na delegacia, é feita a inspeção sanitária e o delegado decide se a carne tem condições de uso e aí faz doações. Em alguns casos, a vigilância chegando a conclusão de que a carne não é apropriada para consumo, ela é destruída”, afirmou Teles.

Autor: G1 AC, Rio Branco
Fonte: G1 AC, Rio Branco

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