Publicada em 28/03/2014 às 19:05

O Documento: A verdade sobre a saída de Carlos Rayel da Secom/MT

Extremamente desgastado junto ao setor de comunicação social, Rayel está sendo defenestrado do primeiro escalão do atual governo por suspeita de improbidade administrativa.

A VERDADE
 

Muito se fala sobre a troca do secretário estadual de Comunicação, Carlos Rayel. No entanto, pouco se comenta sobre a verdade dos fatos. Vejamos: há dois anos comandando a Secom, Rayel conseguiu colecionar mais de uma dúzia de inimigos na imprensa, contraiu dívidas milionárias junto aos veículos de comunicação regional e ainda “arrebentou” com a imagem pública do atual governo do Estado. Afogado em meio a um mar de lama, o prodígio Rayel merece o título de “o golpista do século”. Explica-se: extremamente desgastado junto ao setor de comunicação social, Rayel está sendo defenestrado do primeiro escalão do atual governo por suspeita de improbidade administrativa. Mas, para amenizar os fatos, ele diz que pediu para sair do cargo em função de compromissos profissionais em 2014. Pura mentira!

DESMORALIZADO
Ao acumular dívida superior a R$ 15 milhões junto aos veículos de comunicação, Rayel entra para a história como o pior secretário da área dos últimos 30 anos. Para se ter uma ideia do caos financeiro instalado na Secom, existe empresa de comunicação com notas a serem quitadas, referentes ao mês de abril do ano passado. E mais: alguns veículos de Cuiabá estão com mais de 10 meses em atraso junto ao governo do Estado. Apesar do não pagamento lícito à imprensa, o senhor Rayel desembolsou mais de R$ 20 milhões nos últimos meses para quitação de suspeitos serviços gráficos e improvável produção de mídia junto a produtoras de vídeo de sua extrema “confiança”. Mesmo com o bolso cheio para curtir as praias cariocas, Rayel está desmoralizado para, sequer, se despedir dos “amigos” de Mato Grosso.

TURISTA
Considerado o secretário turista de Mato Grosso, Carlos Rayel, no seu infinito amor ao Rio de Janeiro, sempre se deu ao luxo de “trabalhar” de terça a quinta em Cuiabá, e passar os finais de semana na bela praia de Ipanema. Enquanto isso, aqui nas terras do Pantanal, muitos empresários de comunicação foram obrigados a reduzir postos de trabalho nas redações, recorrer a empréstimos bancários ou até mesmo buscar recursos junto a agiotas para não fechar as portas. A coluna Registro Geral foi lançada no dia 22 de outubro de 2001, ou seja, há quase 13 anos e nunca publicou um fato tão vergonhoso, revoltante e tenebroso como os dois anos de “gestão” do senhor Carlos Rayel.

PUNICÃO
Se os órgãos fiscalizadores de Mato Grosso como a Assembleia Legislativa, Tribunal de Contas e Ministério Público tiverem o mínimo de respeito ao suado dinheiro público do contribuinte, o senhor Carlos Rayel, que responde a vários processos de improbidade administrativa nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo, será investigado. Se culpado, punido com rigor para não aprontar as mesmas traquinagens feitas em Mato Grosso em outras “praias” brasileiras. Os absurdos praticados na Secom nos últimos dois anos vão desde pagamentos milionários a gráficas locais, nepotismo descarado na Secom e transferência de milhões de reais a produtoras de vídeo ligadas ao ainda secretário, Carlos Rayel. O grupo Documento fará sua parte ao fiscalizar os centavos, milhares e milhões de reais consumidos na gestão do “golpista do século” em Mato Grosso.
 

VEJA AINDA:

Carlos Rayel aplicou golpe de R$ 282 mil em velhinho de Osasco

Autor: O Documento
Fonte: O Documento

Comente com o Facebook