Publicada em 14/11/2017 às 11:49

No 1║ dia no governo, presidente da AL/MT discute problemas da sa˙de no estado

Eduardo Botelho (PSB) assumiu o Executivo durante viagem do governador Pedro Taques (PSDB) e do vice dele, Carlos Fßvaro (PSD), Ó Alemanha.

Deputado Eduardo Botelho (PSB), que assumiu o governo do estado no ˙ltimo domingo (12) (Foto: MaurÝcio Barbant/ALMT)Em seu primeiro dia como governador em exercício, o deputado estadual Eduardo Botelho (PSB) participou de uma reunião para discutir os problemas da saúde pública no estado, como a falta de repasses por parte do estado aos municípios e hospitais regionais e filantrópicos.

O Botelho assumiu o governo no domingo (12), após o vice-governador Carlos Fávaro (PSD) viajar para a Alemanha onde, junto com o governador Pedro Taques (PSDB), participa da COP 23, conferência do clima da ONU que acontece até o dia 17.

Durante esse período em que Botelho comandará o Executivo, a presidência da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) passou para as mãos do deputado Ondanir Bortolini, o Nininho (PSD). O parlamentar assumiu o cargo no lugar do 1º secretário do Legislativo, deputado Eduardo Maluf (PSDB), que também está viajando.

Da reunião para discutir a saúde, participaram a deputada estadual Janaína Riva (PSD) e o secretário-chefe da Casa Civil, Max Russi. Atualmente, o governo deve aos 141 municípiospelo menos R$ 103,5 milhões referem-se apenas ao setor da saúde, correspondente aos anos de 2016 e 2017, segundo levantamento feito pela Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM).

O valor é usado pelas prefeituras para manutenção dos programas de atenção e farmácia básica, regionalização, alta e média complexidade, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Unidades de Pronto-Atendimento (Upas) e Programa de Apoio e Incentivo aos Consórcios Intermunicipais (Paici).

Na semana passada, prefeitos de cinco municípios protestaram contra falta de repasses para hospitais regionais de Sinop, Sorriso e Colíder, o que afeta o atendimento prestado à população. Em Sinop, a 503 km de Cuiabá, por exemplo, os atendimentos estão suspensos há 60 dias. Na unidade, apenas casos de urgência e emergência estão sendo recebidos.

Em outubro, hospitais filantrópicos paralisaram parte dos serviços oferecidos à população também por falta de um repasse mensal do estado, no valor de R$ 2,5 milhões.

Autor:  G1 MT
Fonte:  G1 MT

Comente com o Facebook