Publicada em 22/11/2016 às 13:24

Descaso com azia e má digestão pode gerar dor torácica, dor de garganta e tosse noturna crônica

Pesquisa revela que 30% dos brasileiros preferem esperar esses sintomas desaparecerem sozinhos.

Uma pesquisa nacional encomendada por ENO e Sonrisal ao instituto de pesquisa IPSOS Brasil chamou a atenção de especialistas: 30% dos brasileiros preferem esperar os sintomas de azia e má digestão desaparecem sozinhos a buscar um tratamento adequado[1]. Esse hábito negativo à saúde pode acarretar dor torácica não cardíaca, tosse noturna crônica e dor de garganta.

De acordo com a gerente médica da GSK, Ana Santoro CRM: 5247120-3, o índice elevado de pessoas que não recorrem a um tratamento para mitigar a azia e a má digestão é atribuído principalmente ao fato desses sintomas estarem relacionados à alimentação e à falsa interpretação de que o desconforto passará sozinho com o tempo após a digestão da refeição, não causando prejuízos maiores ao organismo. A especialista explica que essa é uma leitura equivocada.

“A azia ocorre pelo refluxo do ácido presente no estômago, e este composto químico é extremamente danoso ao esôfago. Quando não tratadas, a azia e a má digestão podem acarretar problemas maiores, o que afeta a qualidade de vida e perturba o sono. Não enxergar esses dois sintomas como algo grave é um grande erro”, alerta Ana Santoro.

Uma das indicações da doutora é o consumo de medicamentos antiácidos de rápida ação. Segundo ela, há medicamentos com um bom custo benefício e que não precisam de prescrição médica, como o Sal de Fruta ENO, que começa a agir rapidamente, a partir de seis segundos[2]. Ela destaca também ENO Tabs, caso o paciente prefira um formato que possa ser consumido a qualquer momento e em qualquer lugar, sem a necessidade de água para dissolução do produto.

Se de um lado não se medicar pode agravar o sintoma, existe uma preocupação por parte dos consumidores de que o uso de antiácidos pode mascarar problemas maiores. A especialista esclarece que não se deve tomar mais do que dois envelopes ou duas colheres de chá de Sal de Fruta ENO a cada 24 horas e não se deve utilizar este medicamento por mais de 14 dias seguidos.

“É fundamental que o paciente busque acompanhamento médico caso os sintomas persistam ou piorem. Os componentes do Sal de Fruta quando dissolvidos em água, reagem entre si, produzindo um sal de efeito antiácido”, chama a atenção.


Sobre Sal de Fruta ENO

Sal de Fruta ENO é líder do mercado de antiácidos no Brasil[3] e se destaca porque começa a agir em seis segundos[4], ajudando no alívio da azia pela credibilidade das credenciais de ser um produto GSK e pela profunda expertise na saúde do sistema digestivo. ENO é top of mind da categoria[5] e possui a maior distribuição entre os medicamentos OTC (Over The Counter), ou seja, sem necessidade de prescrição médica, do mercado brasileiro.

[1] IPSOS, U&A 2015 (Pesquisa interna GSK)

[2] Em referência ao seu mecanismo de ação, Referência bibliográfica Johnson, S.M. e Suralik, J., Pratical Gastroenterology, 2009; 33(2): 28-32.  

[3] IMS – PMB – Setembro/16

[4] Em referência ao seu mecanismo de ação, Referência bibliográfica Johnson, S.M. e Suralik, J., Pratical Gastroenterology, 2009; 33(2): 28-32.  

[5] IPSOS, U&A 2015 (Pesquisa interna GSK)

Autor: Barros, Andre Luiz
Fonte: O Nortão

Comente com o Facebook