Publicada em 16/04/2018 às 09:04

A pureza em Cristo - Por Ricardo Oliveira

Eu penso meu Deus em como sois tão lindo em todas as suas belezas, pois tive a certeza de que estais em todos os lugares e em nossos corações.

 

Eu penso meu Deus em como sois tão lindo em todas as suas belezas, pois tive a certeza de que estais em todos os lugares e em nossos corações. Quando dizes para deixar vir a ti os pequeninos, vejo o tamanho do teu amor e a dimensão dos teus mistérios. E falo isso ao olhar uma criança.

 

Dos oito meses, e a alegria de sua maneira de se expressar é que minha alma transcende além da espiritualidade e te encontro nesse pequeno ser. Tua face, meu Senhor, traduz o quanto devemos sermos como as crianças e os bebês, puros em pensamentos e de interior.

 

Crescestes Jesus em graça e sabedoria diante dos homens. Fostes até o fim com seu modo de ver no Outro a simplicidade e a necessidade, renunciando a si mesmo, tomando o caminho da Cruz e por meio de seu sangue nos dando a salvação para a honra e a glória.

 

Assim, te contemplo no sorrir de um/a menino/a, lembrando sempre de suas palavras doces e de como nelas sois uma perfumada flor a esperar que acolhemos em nós, o comungando em espirito e em verdade na ternura que somente a Eucaristia pode nos proporcionar.

 

Como podemos ser semelhantes a ti Mestre? De que maneira nossos serviços podem ser uma manifestação de teu sublime rosto para os que estão longe de tua presença real? O que fazer para nos encher de versos poéticos, nos quais nos impulsionam a viver em missão?

 

Em nossos cotidianos, quais as maneiras que nos levam a sermos puros como crianças?

 

Conte-me: oliveirapoeta.olieira@gmail.com

 

Ricardo Oliveira è Cientista da Religião, Professor, Poeta desde 2003, Especialista em Gestão e Docência em Educação Integral. Sócio associado do Grupo de Poetas Livres/ Florianópolis. Fundador do Jornal Contemplatio.

Grupo no Facebook: Jornal Contemplatio.

Jornal Contemplatio: www.jornalcontemplatio.blogspot.com

 

A Coluna Versos em Cristo traz a sensibilidade das poesias textuais como belos cânticos a nos ajudar na nossa intimidade com o Mestre. Publicado as Segundas e as Sextas-feiras.

Autor: Ricardo Oliveira
Fonte: O Nortão

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