Documento sem título

Image
Seja Bem Vindo!
Cidades RO
Cidades MT
Cursos On-Line
Opinião
Nacional
Política
Saúde
Segurança
Informática
Educação
Eleições 2008
Polícia
Artigos
Entrevistas
Turismo
Religião
Agronegócios
Jogos
Busca no Site

Colunistas
Previsão do Tempo

 

 


 
CIDADES-RO * 29/7/2010 - 21:41:00 

Piso de farmacêutico é competência do sindicato e não do Conselho

Não compete ao Conselho Regional de Farmácia aprovar o piso salarial dos profissionais, mas sim, fiscalizar o exercício profissional visando o bem estar da população, evitando a atuação de leigos, inclusive infrações dos habilitados, além de registrar empresas de acordo com as Leis Federais, analisar e julgar em primeira instância os processos de interesse da profissão farmacêutica, entre outras atribuições que zelam pela promoção de uma assistência farmacêutica digna a todos os cidadãos. 


A afirmação foi feita pela presidente do Conselho Regional de Farmácia (CRF-RO), Ana Caldas, observando que o piso salarial de R$ 4 mil para uma jornada de 8 horas foi aprovado pelos próprios farmacêuticos durante reunião em Porto Velho conduzida pelo Sindicato dos Farmacêuticos (Sinfar-RO) com intermediação da Central Única dos Trabalhadores (CUT-RO) e da Federação Interestadual dos Farmacêuticos (Feifar). 


Quanto à exigência do profissional técnico nos estabelecimentos farmacêuticos, Ana Caldas ressaltou que não consiste em medida arbitrária ou aleatória do CRF-RO e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “Trata-se do cumprimento da Lei Federal de número 5.991/73, que em seu Capítulo IV estabelece normas à Assistência e Responsabilidade Técnicas, deixando claro no Artigo 15 que a farmácia e a drogaria terão, obrigatoriamente, a assistência de técnico responsável, inscrito no Conselho Regional de Farmácia, na forma da lei”.


A presidente Ana Caldas destacou que o inciso 1º da mesma diz que a presença do técnico responsável será obrigatória durante todo o horário de funcionamento do estabelecimento, enquanto o inciso 3º prevê que na falta do farmacêutico o órgão sanitário de fiscalização local pode licenciar outro técnico, desde que devidamente inscrito no Conselho Regional de Farmácia. 


“A substituição do farmacêutico pode ocorrer, mas se faltar farmacêutico, o que não é o caso de Rondônia, especificamente de Porto Velho, onde há profissional suficiente para atender à demanda”, garantiu Ana Caldas, completando que o que estar havendo é discordância com relação ao salário, que os donos de farmácia têm proposto, segundo ela, valores aquém das atribuições e responsabilidades do farmacêutico.


De acordo com o presidente do Sinfar-RO, Antônio de Paula Freitas, o aumento do piso de R$ 4 mil foi uma necessidade constatada pela própria classe em reunião com o sindicato, considerando que o piso de R$ 2 mil referia-se a uma jornada de 4 horas. “Já tentamos de todas as formas negociar com os proprietários, que insistem em ignorar o sindicato oferecendo valores insignificantes para quem passou quatro anos ou mais numa faculdade e ainda fez pós-graduação pensando em se preparar melhor para um serviço de qualidade, sendo igualmente reconhecido pelo empregador”, disse, ressaltando que como não houve acordo o novo piso deve ser decidido pela Justiça Trabalhista. 


“Vale salientar que o Sinfar-RO, criado há mais de 10 anos, está buscando todos os meios legais para o seu fortalecimento na luta em defesa dos farmacêuticos, a quem compete orientar o usuário sobre a maneira adequada para o consumo de medicamentos, evitando, dessa forma, intoxicação e outros riscos à saúde”, acentuou Antônio de Freitas que desde o início de 2010 está à frente do sindicato após eleição intermediada pela Feifar e CUT-RO.


Autor: Assessoria
Fonte: O NORTÃO

 
 

 

 

:::... O NORTÃO JORNAL ...:::
Anúncios & Publicidade
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

Documento sem título

 
© Copyright 2006, O NORTÃO Todos os Direitos Reservados
Desenvolvido por Designer Interativo

 

onex=nothing %>